Sala da Diretoria

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Sala da Diretoria

Post by Ryou Hayashi on Sat Jul 08, 2017 9:26 pm

Talvez até maior do que se espera ao observar do lado de fora.
A sala da diretoria é devidamente grande, tendo espaço para diversas estantes de livros, uma janela do lado sul da escola que mede cinco metros ininterruptamente, cobrindo toda a extensão da parede. Estando no térreo, a sala da diretória conta com um piso de mármore branco e um tapete com o simbolo dos Woud Herten junto com o Escudo da Escola.

De frente a porta, tem uma mesa com diversas cadeiras, provavelmente disposto ali para reuniões, com uma máquina de slide-show preso ao teto. As paredes são brancas, mas metade delas para baixo são em um tom azul marinho. Em frente a mesa de reuniões, tem a mesa de madeira maciça com um computador e uma cadeira bem confortável, onde tem a plaquinha escrito "Diretora Irene Woud Herten", e do lado uma mesa apenas alguns centímetros menor, mas com uma cadeira igualmente confortável e um computador, a plaquinha dizia "Pedagogo Ozra Hermelin".

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Re: Sala da Diretoria

Post by Irene Woud Herten on Sat Jul 08, 2017 11:23 pm

Uma vez dentro da diretoria, Irene acabou suspirando e sinalizou para Ozra se movimentar.

- Por favor, pegue o mapa do primeiro subsolo. - Voltou-se então para os seus convidados, sorrindo meio torto. - Desculpe por chamá-los dessa forma e agradeço por comparecerem... Peço que tentem manter os nervos controlados também. Para nossa missão dar certo, precisaremos de trabalho em equipe acima de tudo. Por favor, sentem-se.

Indicou para a mesa de reuniões e acabou caminhando para ficar na ponta oposta, Ozra logo se aproximou e colocou uma folha dobrada, e conforme a desdobrava, um mapa gigantesco se abria sobre a mesa. Era claro que foi digitalizada ali e imprimida de volta.

-... Eu recebi uma mensagem do meu irmão, Darius. Isso foi ontem a noite. - Seu tom ficou imediatamente sério assim como a expressão em seu rosto. - Ele pediu para liberar a saída de emergência da Clock Tower. A questão que estou falando disso, é que essa situação é algo extremamente raro, faz parte de um protocolo de emergência para caso a entrada principal seja obstruída ou... Alguma coisa pior aconteça. Como um ataque a Clock Tower. Normalmente isso seria feito com a ajuda dos agentes da própria organização, mas, eu não consegui contatá-los... - Acabou suspirando, olhando para o mapa. - Por isso os chamei... Será uma missão perigosa, não irei mentir.

Dando uma pausa, ajeitou a postura e ficou com as mãos atrás do corpo, caminhando enquanto contornava a mesa, passando por trás dos presentes.

- Os Woud Herten foram fundados por Sorimon Woud Herten, quando ele abandonou sua família original, os Argentum, por eles terem sequestrado e escondido seu filho. Buscando se redimir do que ele fez como Argentum, do pecado que ele cometeu contra os Fagire ao revelar a localização deles para sua família, ele veio para Britania, onde comprou um pedaço de terra... E construiu um Reservatório. A Saint Nicholas of Flue. - Parou por alguns instantes, estando na ponta oposta da mesa de onde se encontrava originalmente, olhava para frente. - Ele aceitava a todos: mendigos, órfãos, cuidava deles e os ensinava a ler e escrever. Com o tempo a fama da Saint Nicholas cresceu, e os nobres passaram a querer mandar seus filhos para o Reservatório. Quando Sorimon faleceu, seu filho, Grayson Woud Herten, assumiu a Saint Nicholas... Isso aconteceu no século XIV, e em poucos anos após ele ter assumido, a peste negra atacou a Britania.

Voltou o corpo para frente, olhando para eles com aquela expressão séria.

- Seguindo o legado do pai, Grayson tomou os leprosos e buscou tratá-los, mas como crescíamos como um recanto estudantil, ele foi obrigado a criar um local... Subterrâneo onde ele poderia deixar esses homens, isola-los para que não viessem a passar a doença aos estudantes... Esse, é o primeiro subterrâneo. - Seu olhar entristeceu e olhou para o mapa na mesa. - Eu contei essa história, pois vocês precisariam compreender que Grayson criou uma magia incrustada em toda a fundação dos subterrâneos, algo que era capaz se conter a peste... Mas, o problema é que isso acabou tendo um segundo efeito que ele não planejou... Essa magia prendeu os espíritos dessas pessoas ali dentro também.

Irene fechou os olhos, seus ombros rigidos.

-... Muitas pessoas morreram com o passar dos séculos, sendo o maior caso durante a segunda guerra mundial, quando o diretor daquela época ficou desesperado e mandou os alunos buscarem refugio dentro dos subterrâneos... Civis e magis... O problema é que depois de todos aqueles séculos, os homens que foram ali esquecidos perderam a sua humanidade e se tornaram bestas... Muitos dos que entraram ali não retornaram, e a Clock Tower cobrou isso sobre os Woud Herten. Acabamos nos afiliando para oferecer um local de treinamento para os agentes, um local onde as bestas fantasmais sempre estariam presentes, um local onde a sombra e o material são extremamente próximos... Uma prisão de bestas fantasmais.

Ela colocou a mão no mapa e olhou para eles.

- Depois dessa afiliação, foi construído andares novos que interligavam para a Clock Tower, sendo que nesses bestas fantasmas ainda mais perigosas foram levadas e trancafiadas... A missão de vocês é liberar o caminho. Eu preparei alguns... "Totens" que podem ser ativados e criar uma barreira momentânea para afastar as bestas, mas eles precisam ser dispostos no centro dos andares. Mas, vocês não estarão completamente perdidos. - Ajeitou a postura e procurou oferecer um sorriso sutil. - June Ashcraft Callaghan... Ela é a nossa atual Caçadora de Bestas Fantasmas em treinamento, e ela desce ali frequentemente para se manter em forma. Ela conhece esses andares melhor do que ninguém, mas o que ela faz é diferente do que precisamos fazer. Falando nisso...

Seu olhar se voltou para June.

- Poderia chamar seu irmão? Ele é um detetive particular... Caso alguém não esteja inclinado a entrar lá, eu quero descobrir o que aconteceu com os agentes, e acredito que ele poderia usar de uma equipe. E, se sua prima, Felicia, ainda estiver na cidade... Acredito que ela seria muito útil nisso. - Procurou sorrir e voltou a olhar para os presentes. - Claro que não peço que vão e façam os seis andares de uma única vez. Se virem que estarão correndo perigo de vida, me avisem que eu ativo o totem antes da hora para permitir que recuem e se recuperem. Sei que... Estou pedindo demais... Mas, se não fizermos isso, todas as pessoas da Clock Tower estarão presas lá dentro sem outra alternativa de saída, e eu não tenho conseguido contatar meu irmão... Eu... Sinto que algo horrível está acontecendo. Por favor... Podem emprestar sua força?
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Re: Sala da Diretoria

Post by Altair C. Fagire on Sat Jul 08, 2017 11:47 pm

*Entrando ali ele se abaixou o suficiente para ele mesmo entrar, até então não havia reparado no guri em sua cabeça e por isso acabou deixando ele bater com a testa ali, feito que poderia ter doido, até machucado, mas ele não ligou porque ainda não viu nada, chegou até mesmo a limpar o ouvido com o mindinho ao ouvir a batida, supos ser seus chifres -como a era de costume-*
 
-Hm? -Voltou o olhar para baixo ao ver Deneb que o encarava, nisso ele ainda seguia olhando aquelas runas em busca de mais informações não só sobre Leon, mas os demais que seguiam com ele.
 
-Você ainda ta lendo isso? -Mantinha sua linguagem Fagire incompreensivel a todos ali com exceção dele mesmo e seu irmão menor.
 
-Você manteve ativo, então aproveitei o momento, hmm... -Seguia olhando aquelas escrituras com atenção por trás da mascara.
 
-Você ouviu, não ouviu? Leon é um corrupto que usa da influencia de sua familia para se prevalecer, Lucky deve ser igual, um mentiroso, assim como esse garoto na sua cabeça, mas estou procurando saber melhor com ajuda dos espiritos. -Mantinha o olhar estoico naquelas letras brilhantes e flutuantes.

-Na minha cabeça?
-Levou a mão para coçar o topo da própria cabeça e nisso acabou coçando a bunda de Haliq... É, realmente havia alguém em sua cabeça. O pegou pela calça e o puxou o tirando dali como um desentupidor em uma pia.

-Ah, você. -Olhou para ele o mantendo segurando como se ele fosse papel, mal sentia seu peso, nisso o ofereceu de volta para Lucky.

 
-Você deveria cuidar melhor do seu irmão. -O soltou o deixando cair no colo do mais velho, se o outro o segura-se ou não, bem, era problema deles. 
 
-Não se apegue a esses farsantes, provavelmente teremos que mata-los em breve, não posso confiar em quem pode ferir meu irmão. -Diferente de Altair que havia se sentado, Deneb mantinha seus braços cruzados e estava de pé ao lado do outro.
 
-Concordo, mas temos que focar na missão de acharmos nosso pai, depois matamos esse grupo, apesar de que eu não iria preferir isso, é contra meu estilo, mas eu compreendo que se não for assim, eles provavelmente vão distorcer as leis civis para se beneficiar, a unica forma de punição adequada para os corruptores é a morte. -Falava com certo peso na voz, realmente não apreciava a ideia, já seu irmão chegou a sorrir fino, era raríssimo ele sorrir.
 
-Você realmente gosta de matar gente má, né? -Olhou para ele sorrindo sem jeito e chegou até mesmo a coçar o canto do rosto com o indicador suavemente e Deneb apenas acenou positivamente com a cabeça.

-Entendi, mas bem, deixa isso para lá por enquanto, teremos as devidas oportunidades no caminho, se bobear nem precisaremos, só em ultimo caso, entendeu? Você não vai matar ninguém até segunda ordem, sei que eles são maus e que apenas Deus pode julga-los e isso só será feito após a morte, mas mesmo como justiceiros nós não devemos matar gratuitamente, estamos entendidos? -Deneb acenou positivamente mantendo o sorriso fino e meio perturbador, Altair então o olhava meio... Ih rapaz. 

 

-Ahn... Espero que você tenha entendido mesmo. -Aquele sorriso era um dos porques de sua mãe não deixa-lo treinar Deneb direito, era como se existisse algo dentro dele perigoso demais que não poderia ser armado, logo, era por isso que ele treinou como um xamanista e não como guerreiro assim como o mais velho.


-A reunião começou, irmão. -Altair acabou levando um susto e voltou o olhar para Irene para poder prestar atenção nos ditos dela que agora iriam seguir de forma continua por mais que estivesse preocupado com aquela "felicidade" de Deneb que enfim terminou de ler as informações nas Runas que agora desativavam.

"-Uma caçadora como Hector Lucius? Não, é diferente." -Atento a explicação ele se lembrava de seu irmão mais novo e com a imagem dele ele assimilava a de June, será que os dois tinham algum tipo de ligação por trabalharem na mesma área


"-Com bestas fantasmas inclusas, eu terei que pedir aos espiritos para abençoarem a mim e a meu irmão evitando maldições, e também algum meio de sermos mais efetivos contra elas, apesar de que..." -Voltou o olhar para Altair se lembrando de feitos passados onde viu o mais velho em combate, o como ele alterava dependendo da situação.


"-Será uma boa ideia deixa-lo ir? Ele com certeza vai, mas..." -Deneb não sorria mais, e voltou a atenção para frente, tanto ele como Altair não se importavam tanto com aquela coisa dos Fagire, eram aguas passadas.


-Não precisa nem perguntar duas vezes, eu e meu irmão aceitamos! Mas... Eu ouvi falar de uma dupla de caçadores de bestas que andam sendo bem influentes pelo mundo inteiro, sei que eles parecem ser errantes e estão ligados apenas a uma organização especifica chamada Gaiden, mas eles não ajudariam a Clock? Ainda mais que Hector Lucius é filho de Houko Choi e ele está lá dentro também, não? -Apesar de conhecer Hector e Houko como qualquer um ali, ou seja, quase nada, apenas o que era dito no boca a boca ou pela TV, Altair acreditava que talvez aquele homem pudesse ajudar o próprio pai por querer apesar de que ele não sabe que a Gaiden e a Clock andam sendo aliadas tendo como base Carmen, lider de uma das filiais da Clock e Seiryuu como um dos lideres da Gaiden, logo, tudo depende da relação entre os dois para tudo dar certo, mas isso ele não sabia, mas talvez Irene sim. 
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Re: Sala da Diretoria

Post by Origin's Word Creator on Sun Jul 09, 2017 12:55 am

Era evidente que o garoto permaneceu o mordendo ali o caminho inteiro e, em uma cena um tanto engraçada, acabou batendo a testa  na parede mas isso acabou não sendo o suficiente para que o impedisse de continuar o mordendo ali antes de ser finalmente notado: É claro que no momento em que sentiu carregado pelo gigante, tratou-se de enfiar os dois dedos nas narinas dele como um ato final . . . Até que o árabe finalmente apareceu por perto e o pegava assim que o bovino o largou.

Shariz - Puta merda Hafiq, para com essa porra. O máximo que tu vai fazer nele é deixa-lo careca. - Comentava enquanto o moleque continuava a ranger os dentes de raiva e tentava avançar contra ele de novo - Até que por fim, depois de alguns minutos se debatendo.- desistiu e dormiu ali mesmo nos braços de Shariz que aproveitou a oportunidade para se sentar no lado oposto dos Fagire já que, querendo ou não, talvez seria melhor daquela maneira considerando que eles tem um parafuso solto.- E não se preocupe . . . É apenas uma reação normal dele ao te ver atacando meu amigo sem nenhum motivo. Creio que faria o mesmo caso fizessem algo com o seu irmão, não é ? - Nisto expressou um sorriso amistoso, mas claramente em um tom amigável que ele possivelmente entenderia que se tivesse encostado um dedo no moleque provavelmente aquela reunião acabaria ali mesmo.


Com o inicio da reunião, o rapaz tratou-se de manter uma certa expressão séria em seu rosto enquanto escutava cada detalhe daquela imensa história: e após observar os detalhes daquele mapa mais a fundo, deu um longo suspiro enquanto permaneceu pensativo por alguns instantes . . . Poderia aquilo ter sido um plano a parte dos Drakains ? Ou será que existia outras Bestas Fantasmais como Mordred por ai visto que em certos momentos da ultima grande guerra, o Graal se desestabilizou ? Sua linha de raciocínio foi levemente interrompida no momento em que citaram o nome de Felicia naquele topico, e isso acabou o fazendo cerrar os olhos - Mas não em um tom ofensivo, e sim de preocupação-.


Shariz - . . . Me desculpe mas, não posso concordar se Felicia estiver envolvida. - Afirmava com uma certa seriedade enquanto se espreguiçava um pouco ao acomodar melhor o pequeno que estava dormindo em seu colo naquele momento-. Ela ainda não se recuperou dos eventos do Parque Hyde, e obviamente vai ser muito difícil me explicar para o meu pai depois se algo acontecer com ela. Eu irei participar da expedição de bom grado . . . Mas esta é a minha unica exigência e não é negociável. - Concluía com uma certa firmeza em sua voz enquanto aguardava a resposta de Irene com uma certa paciência.
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Re: Sala da Diretoria

Post by Baldhur Fried on Sun Jul 09, 2017 1:22 am

O ruivo entrou na diretoria mantendo um sorriso como de costume, ajeitando o seu óculos preto e caminhando ao lado do árabe. Ele se sentou e começou a ouvir o papo dos dois irmãos, ele não entendia mas sabia que aquela era a língua Fagire.

- Heh, isso me faz lembrar do meu amigo Phoenix Fagire.

Os irmãos poderiam saber que o Phoenix era um dos membros mais influentes da família, ainda mais por ser considerado o braço direito do líder dela, era também considerado um dos membros mais amados por ser um cara gente boa de mais. O apelido dele na família era ''Miojo'', pois sempre quando ele transava com uma mulher ele gozava em três minutos.


- Falando nele, ele está na reunião... 

Brandon começou a prestar atenção na explicação da Irene, chegando a demonstrar um olhar de surpresa quando ela explicou toda aquela situação. Não imaginou que fosse algo tão enorme assim, e o rapaz começou a ficar seriamente preocupado com o que estava a acontecer lá dentro. Seu tio, namorada, e amigo estavam presos dentro daquele local? 

- Eu sem sombra de dúvidas estou disposto a ajudar, senhorita.

Olhou para os irmãos de uma forma um tanto como séria, mas estava sorrindo.

- Sei que o nosso início não foi muito agradável, mas iremos ter que trabalhar juntos, então vamos evitar briguinhas desnecessárias ok? O que passou, passou. 

Não sabia se eles iriam ser retardados mentais ou se iriam colaborar com a Irene. Estava simplesmente na dúvida, mas não ficou pensando nisso, e apenas pegou o seu telefone e fez uma chamada em grupo. Não escondeu o papo de ninguém.

- ''Vocês estão perto, não estão? Chamem o Asvy - portador da Durandal, a espada invencível, e os meus queridos primos Zyan e Avix. Digamos que teremos problemas com bestas fantasmas, e toda ajuda é um enorme palmo de salvação''.

Depois disso desligou. O ruivo então falou uma certa frase em modo rápido no ouvido do árabe.

- ''Chame a Viper''.

Sabia que se fosse invadir uma prisão de bestas fantasmas, precisaria de uma bela ajuda. Sabia que literalmente podia trazer uma ajuda em enorme escala, mas aqui a gente não abusa de poder não. O ruivo cruzou os braços e permaneceu de forma pensativa.

- Ora ora, parece que a Ashcraft é mais do que a gente pensava. Será uma honra trabalhar com uma caçadora. Irene, quando basicamente começamos? É que sabe, quando eu vim representar o Brandon eu achei que era apenas um debate, e não termos que lidar com bestas fantasmas. Então eu estou processando ainda... Confesso que estou bem surpreso.

Agir como uma nova pessoa era estranho, mas não é como se não tivesse feito isso antes. Então o ruivo ficou quieto depois disso por ficar pensando nos seus queridos que estavam na Clock Tower, estava com medo de ter acontecido alguma coisa com eles. 

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Re: Sala da Diretoria

Post by Elizabeth S. on Sun Jul 09, 2017 1:38 am

Fiquei muito vidrada naquele assunto, eu nunca imaginei que teríamos que lidar com algo tão extremo desse jeito. Fiquei segurando o braço da June, eu estava sentada ao lado dela. ― Sim, eu irei ajudar, estou disposta a ajudar a June em qualquer ocasião. E os meus amigos Lucky e Leon.

Não sabia se eu podia os chamar de amigos se eu não tinha tanta intimidade, mas eu sabia que eles eram ótimas pessoas. Deitei a minha cabeça no ombro da ruiva esperando mais explicações da parte da diretora, fiz uma expressão meio irritada com o comentário do Leon sobre a June. ― É, DE FATO VAI SER UMA HONRA. MAS EU FICO COM A HONRA, TÁ?

Eu era uma ciumenta do caralho, isso não tinha dúvidas. O clima entre os irmãos e a dupla era algo que me incomodava por ser algo muito forçado. Nunca tinha visto algo tão genérico na minha vida e a forma que era usada para forçar conflitos era o símbolo perfeito de nojo. Meus braços eram cruzados e eu falava em alto tom. ― Vamos todos trabalhar juntos para almejar o nosso objetivo, espero que ninguém fique com essas briguinhas de viado. 
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Re: Sala da Diretoria

Post by Irene Woud Herten on Sun Jul 09, 2017 5:34 am

A diretora sorriu aliviada em receber tamanha recepção positiva em relação a missão que precisam passar, mas... Certamente se sentiu incomodada com aquele ar inamistoso que estava ali em relação ao Altair, acabando por deixar um suspiro escapar, mas primeiro se focou nas perguntas.

- Não temos tempo a perder. - Voltou o olhar para Altair, a expressão séria. - Eles estão distantes e ocupados para contatar, no momento eu irei confiar em vocês e esperar que nada de ruim aconteça.

Voltou o olhar em seguida para Leon, dando um sorriso de canto. Era claro que ficou extremamente incomodada com a negativa que recebeu, e haviam diversas discrepancias que ela sabia acerca de seus relatos, mas depois daquela cena do lado de fora... Estava evitando comentar.

- Eu não contataria um líder de familia se não fosse. - Acabou por suspirar. - Poderia, por favor, não chamar pessoas cujo o foco é o combate? Lutar lá dentro é inútil uma vez que as bestas fantamais não escapam, elas vão simplesmente perder a forma fisica em seguida, e o uso de magia vai simplesmente atrai-las. O reforço que vocês precisam é moral... Por isso, se conhecerem pessoas que sejam capazes de trabalhar em grupo, eu agradeceria se chamassem eles. (Me ajudem a chamar os outros players da Outer)

Sua expressão ficou ainda mais objetiva, colocando ambas as mãos na mesa, seu olhar repousando principalmente sobre Elizabeth após o comentário da mesma.

- Eu sei que não tivemos um começo bom, assim como Leon disse, e acredito que devam seguir o mesmo exemplo que ele em ceder mais uma chance para que possam se entender. Eu sou diretora a mais de dez anos, e posso confirmar que já vi muitos casos de excessos cometidos. - Olhou para Altair. - Eu gosto quando meus alunos são capazes de me verem como igual e manter o respeito, e sei que Leon pode ter exagerado, mas peço encarecidamente para que tentem se entender. Os espiritos que estão lá embaixo se alimentam de sentimentos negativos, e eles vão tentar fazer com que vocês voltem-se um contra o outro, e da mesma forma que eles... Se morrerem lá embaixo, vão ficar presos incapazes de irem para o Além e ficar revivendo o momento da sua morte até que perca toda sua humanidade. Acredito que isso seria um destino horrível, não importa quem.

E por fim sorriu sutilmente.

- Normalmente eu colocaria vocês em um trabalho em dupla ou ainda ficar de mãos dadas durante o intervalo... Mas, não tenho tempo para bancar a instrutora. Não vou mentir e dizer que não estou acostumada com discordancias e ações excessivas, adolescentes o fazem sem parar... Por isso peço que, dessa vez, ajam como adultos.

Voltou o olhar para Altair.

- Ameaças e agressões fisicas são coisas extremamente ruins, Altair. Independente da justificativa, nunca devemos usar disso como o primeiro meio de comunicação, e espero que entenda isso.
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Re: Sala da Diretoria

Post by June Ashcraft on Sun Jul 09, 2017 10:51 am

A postura da ruiva era de completa seriedade enquanto prestava atenção nas palavras que ali eram ditas, apesar de que quando seu irmão foi mencionado fez uma careta de desgosto.

- Sério? Ele? - Bufou e cruzou os braços vindo a olhar pra o lado  -.... Ta, tudo bem. Eu ligo pra ele. Ah, sim, obrigada, mas, não é realmente uma grande... Coisa.

June coçou a nuca e riu sutilmente da reação de Elizabeth, acariciando o alto da sua cabeça, anres de tornar a feição sutilmente séria para Shariz.

- A mãe da Felicia está lá dentro, e ela é excelente para manter a nossa moral equilibrada além de ser... A melhor usuária do M.C da nossa familia. - June coçou a nuca. - Afinal de contas, devido a todos os problemas e isso incluso que Jihao pediu para que Carmen cuidasse da Felicia. Se for sobre a segurança dela, ela é minha familia, jamais deixaria algo de ruim acontecer a ela...

Com essas palavras June fechou os olhos momentaneamente antes de sorrir contente.

- Se forem continuar mantendo rancor com o grandão ali... - Ergueu o dedo e abriu um dos olhos. - Eu acho que seria interessante um duelo amistoso. Se suas picuinhas são mais importantes que as vidas dos lideres da maior organização magica do mundo e lideres das familias... Acho justo vocês ficarem fracos e depois entrarem nos subterraneos. Com uma boa sorte nossa, vocês morrem.

June riu de maneira divertida enquanto Irene olhou MUITO feio pra ela. Ao perceber a encarada, a ruiva abriu os braços.

- O que?! Eu gosto de uma boa luta! E deveria esperar isso considerando que somos Irlandeses com muito orgulho! - A ruiva ajeitou a postura e voltou a acariciar a cabeça da Elizabeth.
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Re: Sala da Diretoria

Post by Altair C. Fagire on Sun Jul 09, 2017 1:53 pm

*Voltou o olhar para Lucky piscando os olhos e acabou sorrindo e levando a mão a nuca dando uma breve risada com aquele comentário dele, realmente havia achado graça e por isso não era algo forçado nem nada*

-Provavelmente seria bem feito! -Dizia com toda a certeza, sabia que Deneb não era flor que se cheirasse, já que bem, seus traços não eram nenhum pouco de sua mãe, a quem diga pai, ao menos não o pai correto.

 
-Mas claro que deveria ser investigado depois, mesmo que meu irmão seja um arteiro, eu poderia deixar ele ser punido, mas não injustamente ou morto. -Deneb mantinha-se quieto, parecia não ter nada para argumentar ali. 
 
-Sobre o mapa eu não entendo muito bem, vocês me guiam! -Comentou e voltou o olhar para Leon sem disfarçar a sensação ruim que tinha dele devido o anunciar dos espiritos sobre ele.
 
-Phoenix? Ah, o idiota. -Ele e o lider dos Fagire eram pessimos exemplos em sua visão, fuleiros demais, idiotas demais, chegavam ao ponto de tratar mulheres como meras meretrizes, é, ainda bem que vivia isolado da tribo junto a mãe.

-Ele está?
-Comentou com certo ar de surpresa, realmente não precisava se preocupar tanto com o que acontecia la dentro já que bem, ele sabia que no minimo 3 potenciais mágicos estavam la, como Houko, o lider fagire e bem, Phoenix.

 
-... -Olhou para Deneb que o olhou de volta e os dois então voltaram o olhar para Brandon que logo iniciou aquela chamada.
 
-Ele está certo, como eu disse, talvez nem precisemos fazer nada, as proprias bestas matam eles e fica tudo bem, tenha fé, uma hora a mascara cai e deus faz sua parte, lei do karma. -Voltou aquele dialeto diferente e cruzou os braços enquanto se apoiava mais na cadeira em que estava.
 
-Entendi, mas e se não caírem? -Cruzou os braços assim como o irmão, mas por estar de pé ele não se apoiou em nada, ficou de boa.
 
-Que não caiam, ue, essa não é nossa missão, e outra, só vamos porque Irene precisa e porque nosso pai está lá, útil ao agradável. -Após o comentário ele ouviu o exclamar de Elizabeth e voltou o olhar para ela.

-Hã? Eu não ouvi direito, pode repetir? -Ele foi se levantar, mas Deneb colocou a mão no ombro do maior o impedindo o fazendo sentar de novo.

 
-... -Depois do ato, Deneb voltou seu olhar para Elizabeth e apontou seu cajado para ela que emitia luz alaranjada devido estar manifestando o elemento fogo.
 
-Mais respeito enquanto fala, não estamos no bordel que você chama de casa meretriz, então se fazer de novo, vou queimar sua lingua para que nunca mais faça, entendeu? Eu não costumo falar duas vezes, então espero que tenha entendido e seja sensata, odeio lidar com animais selvagens e repulsivos como você, normalmente essa tarefa fica com meu irmão, mas como você é femea e parece no minimo fraca demais, isso não seria bem visto pela sociedade, algo forte confrontando algo fraco, então precisamos manter esse costume de lado, entendeu? -Aquele calor era bastante elevado e por isso a garota podia sentir como se sua pele estivesse queimando, mas não um queimar que feria e sim bronzeava, era quase como tomar banho de sol na praia só que sem o devido protetor solar e por isso trazia uma ardência desconfortável, logo, apesar de quem sabe ser acostumava, o corpo dela suava naturalmente e isso ficava bem nítido graças aquele calor que ia aumentando deixando claro que se ela tocasse naquele cetro, naquele cristal que emitia a energia, ela iria se queimar feio.  
 
-Irmão, abaixa isso, você acabou de forjar esse tesouro após horas trabalhando nele detalhe a detalhe e eu não iria gostar que você o estreasse em alguém tão... Pequeno? Deixe para estrear ele com as bestas fantasmas, mesmo você não deve atacar uma femea mesmo tendo porte similar ao dela, existe algo chamado Feminismo que iria encher seu saco, tipo, elas podem falar merda, fazer merda, já você não por ser macho, isso não existe entre os Fagire, mas fazer oque, não estamos com nosso povo, então vamos, ela já entendeu que deve respeitar a todos aqui, inclusive o Leon também entendeu, até veio aqui se redimir, então bora, abaixa esse treco. -Voltou o olhar para Altair que sorria para si, nisto Deneb abaixou seu cajado e fez o cristal em sua ponta superior desligar. 
 

-Você tem razão, irmão. -Bateu o cetro no chão de forma bem suave e voltou a atenção para frente mantendo a outra mão no ombro do irmão que agora ouvia o que Irene tinha a dizer. 


-E tem essa também, apesar de que... -Dessa vez se levantou e Deneb o deixou fazer isso, nisso o maior colocou a mão na mesa, o peso dela bastou para racha-la um pouco mesmo que fosse um toque leve.

-Senhorita Irene, acho que você nunca ficou sozinha em uma floresta por no minimo 5 dias e por isso não consegue entender a diferença entre um animal herbívoro e um carnívoro na pratica, então por isso eu vou entender bem o porque você acha que um tigre é igual a uma zebra por conta dos dois terem listras em vez de ver que um atacaria ao ser provocado e o outro ficaria quieto, isso se não fugir perante o ato de provocação dependendo de qual foi o outro animal, isso é da natureza, eu não vou recuar independente do porte do outro animal que eu lide, ele pode ser o presidente do planeta ou pode ter uma familia influente, para mim, homem que é homem resolve sem se esconder por trás de regalias provenientes de seus status, Shahrokh riria de um Fagire que ousa-se voltar para casa pedindo para ele lidar com quem mexeu com ele por ele mesmo não conseguir, isso para nós é uma vergonha, pode soar machista, até mesmo meio "atrasado demais", mas somos uma tribo e para nós a honra está em lidar com as adversidades o melhor que puder sem apelar para terceiros, isso é coisa de covardes engomadinhos que realmente acham que algemas, grades e concreto podem impedir um Fagire, e olhe bem para mim e para meu irmão, parecemos bois ou touros? Acha que vamos recuar em gado ou avançar quando nos balançam um lenço vermelho? -Ouviu ao fundo a voz de June e voltou o olhar para ela mantendo o palmo sobre a mesa.

-Como esse, por exemplo. -Quebrou um pedaço da mesa que totalizava seu palmo, o ergueu e o esfarelou com o aperto mantendo o olhar na ruiva.



-Se você não percebeu, Leon veio redimir-se e eu e meu irmão aceitamos isso de bom grado, infelizmente eu lamento por não estar disposto a fazer o mesmo por ele, mas vejo que você e sua fêmea boca suja gostam de continuar causando, então que tal deixar um pouco do feminismo de lado e eu lidar com as duas sozinho? Garanto que não vou usar nenhuma gota de mana, a não ser que você quem sabe honre seu titulo, o que eu duvido, você parece tão fraca quanto a outra. -Deneb suspirou pesadamente, o que aquelas duas tinham na cabeça para ficar cutucando onça com vara curta? Até cogitou usar magia para melhorar a situação, mas e depois quando o efeito acabasse? Ia dar na mesma e em uma situação pior do que aquela que ainda estava até que tranquila.


-Isso está parecendo uma tipica cena causada por Shahrokh, irmão, acho que vocês podem resolver de forma mais simples do que lutar, pois querendo ou não, mesmo que seu foco não seja o uso da mana, a luta iria enfraquecer três do nosso time, isso pode causar problemas independente do vencedor, então eu, assumindo o legado Fagire de que confusões assim não podem ser sanadas apenas com conversa sugiro uma disputa amistosa de braço de ferro. -Altair voltou o olhar para Deneb e realmente, percebeu agora que estava agindo como um Fagire raiz sendo que buscava evitar isso, tanto por sua mãe, quanto por seu irmão, então acabou suspirando pesadamente.


-Parece uma boa ideia já que entra no que Irene disse sobre o evitar de ameaças e agressões. -O menor voltou o olhar por trás da mascara para June enquanto Altair coçava sua nuca.

-Então, "Irlandesa", vai aceitar a disputa ou você só é boa em provocar ânimos alheios mesmo?  -Apontou o cajado para Altair e depois o moveu o apontando para ela já deixando claro quem iria disputar aquilo se fosse ocorrer. 
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Re: Sala da Diretoria

Post by Origin's Word Creator on Sun Jul 09, 2017 6:32 pm

Shariz - Eu não nego que as habilidades de Forjas de Felicia são magnificas . . . Mas estamos lidando com um caso de que envolves seres do Imaterial: Meu pai, Shariz, enfrentou uma dessas criaturas no passado junto de um grupo de Magis extremamente qualificados . . . Levou Semanas para que eles saíssem da dimensão, e ainda sim ele acabou se deixando levar pela própria insanidade que só piorou ainda mais com o passar do tempo.  De nada adianta ter habilidade e carisma, se não tem um controle mental estável para poder aguentar as pressões espirituais que as Bestas Fantasmais exercem por meios de sua Influencia . . . Mas se puder me garantir que ela realmente ficará bem, então só me resta confiar em você, ''tia''.

O árabe se referiu mais sobre o parentesco do que propriamente pela gíria, e enquanto aquela discussão só ficava cada vez mais agressiva com várias patadas e indiretas vindo de ambos lados ele apenas pegou o cantil que estava em seu bolso e bebericou mais um pouco do conteúdo enquanto mantinha a calma. Até mesmo se distraiu por alguns instantes e ficou acariciando os cabelos de Hafiq que permanecia dormindo tranquilamente como se nada estivesse acontecendo.

Shariz - . . . Haha . . . Hahahahahah . . . HAHAHAAHAHAHAAHAHA ! - Simplesmente do nada, em um certo momento especifico daquela discussão, o árabe começou a cair na gargalhada ao ponto de não conseguir manter sua inexpressividade. '' Odeio lidar com animais selvagens ?'', ter feminismo naquele local apenas por pedir para encerrar as discussões por hora ? Ai já estava demais.- Então deixa eu ver se entendi . . . Basicamente, toda essa intriga desnecessária e patética que esta acontecendo aqui e agora, nos fazendo perder tempo e preparo - Um tempo que poderíamos estar investindo para estudar o que vem adiante- e nos organizar . . . Tudo isto perdido, apenas por questão de manter as farpas ? 


Arqueou a sobrancelha naquele instante enquanto se levantava para que pudesse ficar de frente a eles: Tratou-se de colocar Hafiq dormindo na cadeira, ao qual o mesmo se acomodava enquanto continuava a falar ali e agora. Bem, como era para expressar o que estava incomodando, talvez a hora fosse agora.

Shariz - Eu vou ser bem honesto com o meu ponto de vista em relação a minha impressão sobre vocês dois, Altair e . . . Perek, certo ? Pois bem, eu analiso a seguinte situação: Estamos prestes a partir para uma expedição ao qual poderemos ser consumidos e mortos a qualquer momento no primeiro erro. Por um lado, existe os ''almofadinhas'' como vocês mesmo citaram que obstrui qualquer tipo de Identidade e conceito pré-formado e - Por um senso de justiça Inexistente, já que o que ocorreu no pátio já foi devidamente resolvido.- vocês sentem a necessidade de os humilhar e contar feitos de sua grandiosa Selva mistica cheia de perigos e aprendizagens de vida como se as regras de uma Sociedade Moderna não se aplicassem a vocês certo ? Pois bem . . . Se você acha que nós nos resumimos em prisões de concretos e Ferros para pessoas como vocês - Os tão vulgo e aclamados Magis Civilizados que preferem utilizar métodos violentos e frases irônicas ao invés de manter um dialogo saudável.-, eu acho que vocês deveriam pesquisar um pouco mais para saber aonde estão se enfiando. - Fez uma breve pausa naquele momento para bebericar um pouco do cantil, e nisto acabou lhe vindo uma ideia que possivelmente poderia decidir a disputa o mais rápido possível e sem demoras.- E o que me deixa mais abismado é que, mesmo ele reconhecendo que errou ao tratar Irene daquele jeito, vocês ainda não querem se desculpar pela atitude brusca e barbara que fizeram agora pouco que - Não apenas pode acabar prejudicando a imagem da diretora se isso vai aos ouvidos públicos, lembrando que estávamos em um pátio aberto com estudantes andando de um lado para o outro e observando toda aquela confusão.- e ousam chamar as nossas mulheres de prostitutas por elas expressarem suas opiniões abertamente. Honestamente . . . Vocês ainda querem mesmo passar uma boa impressão sobre os Fagires depois de todo este circo que vocês mesmo causaram só para demonstrar a superioridade da tribo de vocês ? Nisto eu só concluo duas coisas sobre vocês dois: Ou vocês não sabem se adaptar normalmente a nenhum lugar que viajam, o que é extremamente grave ao meu ponto de vista de alguém que viajou por cinco anos e que se adaptou em quase todo tipo de ambiente e clima do continente da Asia, ou vocês realmente estão fazendo questão de disputarem com Hafiq quem é mais infantil e retardado.

Nisto, acabou indo até uma escrivaninha que havia no canto da sala e a arrastou com um certo esforço até ficar de frente para o grandalhão: Desde que ficou mais jovem, acabou perdendo uma boa parte de sua força física porem ainda conseguia fazer certas coisas especificas sem dependendo do outro. Por fim, retirou em um dos bolsos da jaqueta do uniforme uma garrafa de Whisky e tratou-se de materializar um copo de aproximadamente 600ML, aonde o encheu até que ficasse quase que completamente cheio com a superfície quase transbordando.

Shariz - Eu sei que é direito de vocês proporem o desafio já que foram desafiados portanto não levem essa minha sugestão a sério, mas eu acredito que é o método mais seguro e rápido de resolver nossos problemas: Um Jogo muito bem apreciado pelo meu povo do Oriente Médio. - Nisto, tratou-se de vasculhar o bolso para procurar alguns trocados - mais especifico, moedas.- e as colocava na escrivaninha ao lado da taça. - As regras são simples: Colocar moedas no copo sem que a superfície da bebida transborde, aquele que a fizer transbordar primeiro perde. Proibido o uso de Magia e Artefatos que influenciem neste jogo e eu tenho os meus meios de saber se vocês usarão ou não. Independente de quem vencer, ficaremos de boa e nos focaremos na Expedição. Se eu vencer, reconheceremos de uma vez por todas que somos os Bárbaros e vocês os Civilizados e as duas meninas pedirão desculpa por ter levantado a voz contra vocês. Agora . . . O que vocês oferecem nesta aposta ? - Perguntou com um certo ar de seriedade, demonstrando que certamente cumpriria a sua parte e mesmo olhando por cima seu olhar não recuava nem por um momento.- E esqueci de mencionar: As únicas coisas que irão sair feridas nesse jogo ou é a minha dignidade como Apostador ou é a Sua. Portanto, zero riscos de feridas mentais ou físicas, afinal de contas . . . Nós temos _Prioridades_ mais importantes do que uma disputa cultural, não é ?
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Re: Sala da Diretoria

Post by Elizabeth S. on Sun Jul 09, 2017 7:06 pm

Me surpreendi com a atitude dos irmãos, acabei dando uma leve gargalhada assim que eles terminaram de falar, era muito engraçado eles bancarem os machos alfas quando só conseguiam pagar vergonha. ― Vocês dois são incríveis, falando tais coisas para duas menores de idade. A racionalidade do cérebro de ambos chega a ser impressionante, dois moleques tentando ser homens. 

Ser insultada não foi algo que me atingiu por simplesmente eles não terem nenhuma moral, eram dois retardados querendo chamar a atenção. A forma genérica e mal desenvolvida de ambos me fazia pensar que eram personagens mal feitos de algum jogo. Dei um leve tapa na cabeça da ruiva quando ela se meteu nos irmãos. ― Você para hein! É uma garota maravilhosa demais para se meter com aqueles moleques. Se bem que... Tem alguma arma ai? Heh.

Meus olhos se abriram por total quando o árabe começou a falar aquelas coisas, cheguei a bater palmas por ser uma ótima lição de moral e fiquei orgulhosa da forma como ele agiu. ― Ahn, sério que vai os desafiar? É bem provável que eles o ataquem do nada, não acho que eles possuem ''mind'' o suficiente para aguentarem um jogo de inteligência. Olhe para eles, são dois encrenqueiros. 

Eu cruzei as minhas pernas, continuei a me encostar no ombro da minha querida amiga. ― Mudar a imagem da família? Que falta de honra, vocês estão conseguindo a estragar. Eu tinha uma imagem boa da família Fagire, mas a partir de hoje, eu consegui ter uma imagem horrível. Vou contar sobre vocês para a minha família, acredito que eles também tenham uma visão boa sobre os Fagire, cujo isso muda hoje.

Olhei para a ruivinha, entrelacei a minha mão com a dela e despertei um longo sorriso. ― Vamos para o quarto? Temos coisas a discutir, podemos resolver com a Irene mais tarde. Isso não vai dar em nada, não com os irmãos que não sabem agir de forma racional. Temos que recrutar pessoas para isso, o Leon já começou chamando os comparsas dele e não vamos deixar ele ficar na frente né? VAMOS RECRUTAR! 

Rapidamente beijei a bochecha dela e levantei. Indicando que fossemos embora, mas sabia que provavelmente ela não iria querer. 



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Re: Sala da Diretoria

Post by Baldhur Fried on Sun Jul 09, 2017 7:40 pm

Brandon ficou viajando naquela conversa toda, suspirou fundo quando começou a ver que a coisa iria ficar ofensiva mesmo. Viu que a tentativa do seu parceiro foi totalmente falha com os novos insultos da lésbica, isso o deixou meio irritado mas continuou mantendo a imagem de calmo.

- ...

Então o ruivo viu que se meter seria totalmente uma inutilidade por completo, retirou cinco notas de cem e a colocou sobre o chão. Depois disso acenou para ambos.

- Bem, sei que o circo vai pegar fogo. Quem vencer leva, eu só tenho isso na minha carteira, foi mal.

Sorriu positivamente, até que viu a presença de três pessoas na porta, os ajudantes que estavam perto e que chegaram ao chamado. Alice, Zyan e Asvy. O ruivo na mesma hora se levantou e foi até a porta.

- Se resolvam ai, falarei com meus amigos sobre essa prisão. Senhorita... Sinto muito pela reunião estar sendo complicada, pode me passar os telefones das pessoas que você deseja recrutar? Irei atrás dela para se juntarem a essa causa.

Ajeitou o seu óculos, depois disso simplesmente foi puxado para fora pelo Zyan, lá começaram a discutir e manter alguns abraços em dia. 

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Re: Sala da Diretoria

Post by Irene Woud Herten on Sun Jul 09, 2017 8:05 pm

Lentamente o sorriso da diretora foi morrendo conforme as vozes tornaram a se intensificar diante daquela situação complicada. Achou que tinha sido resolvido... Mas claramente estava errada. Em silêncio, se afastou da mesa de reuniões e se aproximou da sua particular, abrindo uma gaveta e tirando uma pilha de papeis dali de dentro, junto com o som de lápis soou batendo na madeira e pegou algumas borrachas. Antes de fechar a gaveta, pegou um chicote de cavalo e andou até a mesa de reuniões de volta, observando com um ar frio e, ao notar que Elizabeth iria se retirar, bateu com tudo o chicote na mesa. Ao ter a atenção de todos, sorriu de volta.

- Que bom que são capazes de manter silêncio. - Era possível sentir a aura de irritação por de trás do sorriso. - Eu tenho uma solução, silenciosa, e capaz de resolver isso tudo.

Deixou a papelada cair na mesa, pegando alguns papeis, contando quantos precisava.

- Senhorita Elizabeth, sente-se. Você também, June. - Sua voz estava amigável como sempre, mas dava para sentir o tom de ameaça. - Vocês vão passar por um teste surpresa. Vocês tem uma hora para resolver as perguntas.

Ela deixou os papeis para June, Elizabeth, Altair, Deneb, Leon, Hafiq e Lucky. Ozra passou logo atrás deixando lapis e borracha para cada um. Ao terminar de entregar as olhas, retornou para sua posição e jogou o chicote para a mesa original, juntando as mãos com aquele sorriso amigavelmente assustador.

- Quem tentar deixar essa sala sem tentar responder as perguntas, eu irei fazer com que escrevam cem vezes "eu não vou matar aula". Vocês devem ficar em absoluto silêncio e é proibido tentar colar ou espiar a prova do colega. Pois bem... Podem começar.

Ela permaneceu de pé, com aquele olhar frio e vigiando a todos.

Spoiler:
Teste Surpresa da Irene~✩✩✩

Nome:
Data:


1. Resolva as seguintes divisões:

247 / 13 
221 / 13 
306 / 17 
195 / 15 
192 / 12

2. Como se denomina o transporte dos grãos de polén?

3. Resolva as seguintes multiplicações:

26 * 17 
30 * 14 
17 * 13 
29 * 15 
19 * 21

4. Muitos me ouviram, mas ninguém me viu. Eu não posso falar a não ser que falem comigo. O que eu sou?

5. Eu aponto sem dedos, eu marco sem braços e eu corro sem pernas. O que eu sou?

6. Atualmente o maior fluxo de cargas internacionais ocorrem por quais vias?

7. Diferencie:

[list="margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"]
[*]Imigração:
[*]Emigração:
[*]Migração:
[/list]


8. Qual é a língua mais falada no mundo?

9. Por que foi criada a Liga das Nações ao Fim da Primeira Guerra Mundial?

10. Na árvore, onde ocorre a fase fotoquímica da fotossíntese?

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Re: Sala da Diretoria

Post by Altair C. Fagire on Mon Jul 10, 2017 12:26 am

*A fala inicial de Lucky chamou a atenção de Deneb que estendeu seu cajado para ele sem manifestar magia alguma, era só para mostrar mesmo, todavia, se o arabe fosse um pouco mais sensivel, sentiria um certo poder misterioso contido ali*
 
-Não se preocupe quanto a isso, meu poder xamanista pode ajudar nesse caso, Felicia estará segura. -Manteve o cajado erguido e tombou um pouco a cabeça não entendendo muito bem toda aquela lenga lenga.

-É nossa primeira viagem, só saimos da nossa tribo para acharmos nosso pai? -Não sabia bem o que responder, a forma que Lucky falava não era precisa o suficiente, era muita coisa falada, mas pouca coisa dita, todavia, ele estava indo bem até insultar.

-Você... -O cajado começava a brilhar pronto para uma ofensiva, porém, aquelas atitudes em seguida o fizeram ficar com um ponto de interrogação, o que ele queria dizer? Bem, parecia que ele estava direcionando e não falando de fato, enfim, buscava se situar.

-Isso não faz sentido para mim. -Ele iria fazer algo contrário ao vencer? Admitir erro e fazer as garotas pedirem desculpas? Isso não deveria ser uma condição para caso ele perdesse? Se ele vencer, então ele perde? Tamanha era a confusão de Deneb.
 
-Hmmm... -Altair coçava seu queixo e analisava aquela mesa a sua frente com a taça e as moedas, ele mesmo não conseguia entender aquilo, como poder algo em um copo cheio sem faze-lo transbordar? Ele literalmente iria perder por não saber, mas com a vitoria de Lucky ele teria o que queria.

-Eu não sei como esse jogo funcionaria, não me parece justo. -Vendo as condições, se Lucky ganha-se ele iria admitir que era o "Barbaro" junto aos demais e faria June e Elizabeth se desculparem, mas e se ele perde-se? 

 
-Eu com certeza vou perder, mas se eu perder eu venço, onde está a justiça nisso? -Deneb olhou para Altair buscando entender, já o maior ficava ali praticamente de braços cruzados e mão no queixo analisando aquela situação. 
 
-Acho que é essa a intenção, Lucky não quer provar quem está certo, ele só quer acabar com essas diferenças, ele realmente é um bom homem bem como os espíritos falaram. –Concluiu Deneb enquanto Altair então voltou o olhar para Lucky e sorriu para o mesmo.


-Se os espiritos falaram, então tudo bem, com você em particular eu me desculpo pelo inconveniente, você não deve conhecer seu amigo, mas existe uma maldade no interior dele e por isso eu o desgosto, mas você não e isso deve ter um motivo muito bom, creio que com você ao lado dele isso pode mudar, então por isso, eu peço desculpas por ter o ferido de qualquer forma, incluindo seu irmão, não foi minha atenção ofende-lo ou feri-lo de alguma forma, isso se aplica a você também, tudo bem? –Estendeu a mão para Lucky em sinal de boa fé, porém, isso acabou quando Elizabeth começou a abrir a boca. Os cabelos negros ficarem sobre os olhos e nisso Lucky por estar frente a Altair podia ver aqueles olhos esmeraldas que eram os mesmos olhos de uma besta negra que ele havia visto e lidado a muito tempo atrás tanto em forma de besta quanto em forma humana, aqueles olhos, aquela aura enegrecida e pesada, aquele poder era o de Houko que ele teve o “desprazer” de ver tanto no mundo de Mordred, quanto naquele hospital, aquele genocídio que o homem cometeu com um sorriso no rosto enquanto enfrentava o árabe em busca de capturar Lucca.



-... –Aquele olhar seguiu para Elizabeth e nisso Lucky poderia sentir aquele perigo, afinal de contas, ele sabia o que aconteceria embora fosse algo diferente de explodir um hospital inteiro ou matar uma besta fantasma com literalmente unhas e dentes, sim, aquela intenção assassina tão forte contida naqueles olhos e agora no punho estendido de boa fé que acabou se serrando em fúria, até mesmo as veias saltavam.


-Irmão! -Deneb avisou Altair no momento do golpe de Irene que acertou a mesa, o maior então voltou o olhar esmeralda para ela.


-... -Voltou o olhar para baixo vendo aquele papel, lapis e borracha oferecidos para si e depois voltou ele para cima novamente.


-Você está falando sério? -Havia uma imensa diferença no tom de voz de Altair, algo bem distinto de antes, quem conhece-se melhor veria Houko em seu estado pos morte de Beatrice, algo frio, mas carregado de negatividade que chegou a formar a aura esfumaçava verde com traços negros. 


-Irmão, acho que dessa vez você deveria ouvir, senão você estaria dando razão para... -Antes que Deneb pudesse terminar sua fala, Altair olhou para ele e por isso ele se silenciou, sentiu um breve frio na espinha.


-Não. -Se virou e começou a seguir até Elizabeth e a cada passo a sala ia tremendo e o chão se rompendo mais e mais a cada passo, ele não estava mais restringindo direito sua força, aquela que o tornou um exilado entre os Fagire.


-Você tem oito anos de idade? Não, então não é de menor, mas não tem problema, se está se escondendo atrás de suas leis para não apanhar que nem mulher de verdade, não se preocupe pois vou quebrar cada osso seu para fazer sua dor ser sentida até quando você passar dos vinte. -O corpo começava a ficar mais forte ganhando massa e os chifres acompanhavam isso como se fossem parte legitima do corpo do homem que também ia ficando mais alto, mais maldoso, quase como um legitimo minotauro. 

-Você fala mal de mim, me bata, humilhe, mas... Não, fale, do, meu... -Ergueu o punho conforme a pele ia escurecendo, era como se aquela aura estivesse entrando no corpo, feito muito similar ao que ocorreu com Houko antes de ele se tornar aquela besta de cabelos compridos e traços esmeralda.

-IRMÃO! -O punho seguiu direto na face de Elizabeth, mas acabou sendo literalmente parado pelo cajado de Deneb que emitia uma luz rosada, todavia, a pressão do golpe ainda assim escapou e ela foi o suficiente para estourar completamente a parede atrás da garota abrindo um caminho neutro que por sorte não feriu ninguém, já ela? Ficou apenas com os cabelos para cima por causa do vento.


-Deneb... -O olhar mais afiado iria notar que o mais novo não parou o irmão e sim o próprio mais velho cessou, porém, faltou menos de um centímetro para o punho acertar o cristal agora rosado.


-Se você mata-se ela você ia fazer o mesmo com todos aqui e sabe disso, nossa mãe não está aqui para conte-lo como nas outras vezes e por isso inclui a mim mesmo, então o impedi por medo e porque não podemos nos exceder até acharmos nosso pai, entendeu? Nos tuneis você mata ela, agora aqui em publico, não, lá você terá muitos outros para descontar sua raiva latente, tudo bem? -Deneb falou em sua lingua mãe e Altair se mantinha o encarando em silencio e logo a fumaçava começava a sair de seu corpo que ia diminuindo aos poucos até ele voltar a sua forma normal e fechar os olhos suspirando pesadamente.


-Isso... Agora vamos fazer essas questões, não deve ser tão difícil. -Ainda em silencio, o maior levou sua mão a testa como se estivesse sentindo dor nela, já o mascarado voltou o olhar para a diretora mantendo seu cristal brilhando.

-Podemos fazer juntos? Eu sou mais estudado que meu irmão que praticamente foi treinado apenas para a batalha. -Pediu mantendo o tom humilde e como já era de costume bateu de leve seu cajado no chão. 


Talismã do Amor: Ao ser ativo essa magia… Estimula… A “afetuosidade” entre aqueles dentro dela - não força relações amorosas de fato -, forçando o encerramento e impedindo futuros atritos de ocorrerem dentro do mesmo. Permanece ativo até o fim do período, mas não impede de ninguém de sair ou entrar do mesmo.
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Re: Sala da Diretoria

Post by Origin's Word Creator on Mon Jul 10, 2017 8:59 pm

Era incrível como sempre acontecia algum tipo de coisa para transformar uma simples questão que já estava quase que completamente resolvida naquele momento em um verdadeiro motivo para começar uma guerra: Aparentemente, a dupla já havia entendido que ficar se preocupando com coisas tão triviais naquele instante não ajudaria nada - E sim, pioraria ainda mais a situação pelo tempo daqueles que estavam nas reuniões da Clock Tower estarem ficando cada vez mais curto-. Suspirou bastante antes de pegar o copo com a bebida alcoólica e assistir toda aquela cena de destruição na entrada da sala que a Elizabeth havia causado com o retorno das provocações: Tratou-se de virar o copo antes de acabar se sentando apesar de que . . . Não importa o quanto tentasse acordar o moleque, eles praticamente estava dormindo igual uma pedra.


Shariz - Bem . . . Uma hora ele vai acordar. - Acabou que o ajustava na melhor na cadeira ao seu lado enquanto pegava a prova dele para colocar na mesa . . . Tudo que pode-se ouvir no momento era um '' DUMP! '', que no caso seria a cabeça da criança batendo na mesa enquanto continuava dormindo. Nisto Shariz tentava se concentrar e entender como é que aquilo ajudaria a todos naquela situação.
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Re: Sala da Diretoria

Post by Baldhur Fried on Mon Jul 10, 2017 9:43 pm

O ruivo estava do lado de fora falando com os seus parceiros que o ajudariam nesse lance das bestas, mas se conseguisse recrutar a todos acredito que só o suporte de um deles seria necessário. 

- Tudo bem, estamos resolvendo aqu-

Ouviu a chicotada e o aviso daquela diretora. Olhar aquela cara feia foi um tanto engraçado mas se segurou, nem fez careta para não ser mal educado. Ele entrou na sala, após ver o teste ele pensou que algo de errado aconteceria se ele preenchesse, então ele foi até a diretora e falou todas as respostas no ouvido dela após ter lido as perguntas. (Desculpa se o player é burro e o char é intelecto total) 


- Pronto, senhorita.

Riu baixo, deu um sorriso logo em seguida. Asvy, Zyan, e Alice permaneciam na porta olhando para o Brandon, ninguém entendia o porque daquela porra estar levando a sério o papo da estudante. Achou estranho o gigante ter falado sobre o instinto mal, sendo que o amor trouxe uma bondade incrível para o mesmo. Provavelmente ele não estava querendo falar, ou os espíritos não falaram. Normal. Não ficou impressionado da forma que o bárbaro veio a se exaltar, por mais que não tivesse achado nem um pouco interessante, ficou impressionado por ele realmente ter quase desferido aquele forte soco em uma menor.


- Não vai dar pra trabalhar em grupo, acho melhor separar em duplas. Os Fagires devem trabalhar perfeitamente se forem em duplas, eu e Lucky o mesmo, e provavelmente June e Elizabeth também. Não tenho nada contra a ninguém aqui na sala mas... Eu acho que a Beth e o Fagire não vão se entender de jeito nenhum. 

Isso era algo que acreditava, a única cena que conseguiria imaginar era os dois brigando enquanto bestas viriam em nossa direção. Isso era algo que o rapaz não iria querer de jeito nenhum, embora escravizar bestas era uma especialidade.

- Senhorita, faça as suas exigências, por favor. Acredito que somos os únicos interessados a ajudar nesse caso, não sei se chamou mais gente mas fomos os únicos a comparecerem. Então se não temos tempo, eu gostaria de pedir para que você desse as ordens da missão. 

Pediu de forma clara, ainda continuava na porta enquanto os seus companheiros  do lado de fora estavam fazendo uma cara de paisagem sem entender nada do que passava naquela sala. Seu celular começou a vibrar com o som de várias mensagens chegando, checou rápido para ver se era da Carmen ou do seu tio mas se decepcionou por não ser. Mas ficou feliz com as mensagens que chegara. O ruivo deu um sorriso quando o Fagire abriu aquela magia xamã.


- Interessante.

Estava fora do círculo por estar na porta, mas fez questão de dar um passo a frente para que pudesse entrar no talismã. Chegando a sorrir em seguida, ficou de braços cruzados encostado na parede mantendo seu sorriso. 










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Re: Sala da Diretoria

Post by Irene Woud Herten on Tue Jul 11, 2017 12:20 am

Com as reações que recebeu diante do teste, acabou suspirando e foi até o ponto oposto, perto da parede.

- Através da história, migrações é algo quase natural. Por instinto de sobrevivência, primeiro, quando eramos nomades e simplesmente viajavamos em busca de alimento e recursos, mas, conforme evoluimos, desenvolvemos sociedades, estabelecemos lugares e tribos pois reconhecemos que sobreviver em grupo era mais fácil. Mas, apesar disso, os motivos de migrações continuaram existindo mesmo nos dias de hoje... De forma similar ao dos nossos antepassados, passamos a migrar em busca de oportunidades de vida. Ou ainda... Para fugir de guerras.

Direcionou o olhar brevemente para Lucky, e depois olhou para os irmãos Fagire.

- Durante o fim da era da trevas, o oriente médio fechou a principal rota para alcançar a India, forçando os europeus a procurarem rotas alternativas para chegar no local... E isso deu episodio da expansão maritima. Tudo isso, se deu por conta das especiarias, que eram extremamente caras, extremamente importantes para a economia e para a vida das pessoas. Isso foi motivo para milhares de mortes em mar enquanto espanhois, portugueses, ingleses... Procuraram uma maneira de contornar a África com sucesso.

Acabou suspirando e olhou por fim para Elizabeth e June.

- Através das eras, nos agarramos em nossas diferenças, agarramos na nossa auto-preservação, ganância, apenas no nosso ego ao invés de dar o braço a torcer para evoluirmos juntos, como uma humanidade.

Acabou suspirando, ajeitando a postura e colocando as mãos atrás do corpo.

- A história da Torre de Babel... Além da versão cristã conhecida, existe aquela que a humanidade tentou se opor aos deuses. Ao invés de se espalharem pelo mundo, eles se reuniram em um unico lugar, ao invés de culturarem eles, os humanos buscaram evoluir. Por conta disso, os deuses teriam nos derrubado com a torre, feito com que falassemos linguas difetentes, feito com que nos desentendessemos.

Irene voltou a ficar com a expressão suave e acabou por sorrir sutilmente.

- Devemos aprender história para que não sejamos condenados a repiti-la... Da mesma forma que essa prova, devemos aprender a como superar nossas diferenças e nossa própria ignorância para se tornar melhores... Não, para sermos humanos. Não apliquei essa prova esperando que fossem responder, eu apliquei ela para que refletissem das limitações que vocês tem. De como eu, não levando em conta seus conhecimentos e suas capacidades, fui injusta. Da mesma forma que vocês estão sendo injustos uns com os outros em não buscarem aprender uns com os outros.

Ao terminar de falar, Irene respirou fundo.

- Aprender não acaba na formatura: a vida é uma eterna escola. - Começou a caminhar devagar para sair. - Vamos começar amanha a tarde. Eu ainda não tenho nomes de todos que podem participar, e por isso estou pedindo a ajuda de vocês... Pois essa é a minha limitação.

Parou do lado da porta e manteve ela aberta, sorrindo para os presentes.

- Até lá, peço que reflitam e pensem em como vocês podem passar desse teste.
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Re: Sala da Diretoria

Post by Altair C. Fagire on Wed Jul 12, 2017 10:03 pm

*Altair permanecia ali um pouco mais reservado com o olhar distante, era como se estivesse desmaiado apesar de desperto já que estava de pé e com a mão na testa, já Deneb permanecia olhando para Irene que falava a seguir e mesmo naquele estado, o mais velho fazia mesmo com suas orbes esmeralda por hora "vazias"*


-... -Depois de toda aquela fala o menor voltou o olhar para o mais velho que continuava naquele estado, e bem, ele sabia mais ou menos o que aquilo significava já que presenciou vez ou outra.

-"Rakshasa Hati". -Seguiu até o irmão e o pegou pela mão o guiando dali devagar mantendo o dialeto Fagire. 


-Não se preocupe, vamos falar melhor no meu quarto, eu vou resolver isso. -Guiando Altair até a saida junto de Irene, ele parou frente a ela que estava no caminho.


-Eu consumi muito de minha mana fazendo forjas para meus itens e de meu irmão e salvando a vida daquela garota, preciso descansar para recuperar minhas energias e preciso fazer uma consulta para ajudar meu irmão, ele não está bem, veja. -Apontou o cajado para ele que não reagia direito, parecia estar em transe com o olhar baixo.

-Isso já aconteceu outras vezes, dessa vez felizmente eu posso resolver sem nossa mãe, então por favor, peço para que você venha a meu quarto caso queira saber melhor do porque disso, mas que antes disso você já alerte os demais de que não adianta latir ameaçando um touro achando que ele não vai avançar só por você ter, cão, ter um dono, em uma próxima vez eu posso não ter o devido controle ou estar devidamente próximo, então para o nosso bem, sim, nosso, controle seus animais, mais precisamente aquela cadela raivosa. -A forma que ele falava não era devidamente ofensiva, afinal, ele veio de uma família tribalista, então chamar alguém de cão, touro, animal e afins era apenas um comparativo de comportamento semelhante para ele e não uma ofensa devido seu respeito pelos animais e por isso o Talismã do Amor não reagiu a isso, pois não havia de fato tom ofensivo algum pois para ele é mais fácil ele ofender um macaco chamando ele de humano do que o contrário. Ele então saiu dali junto ao irmão o levando pela mão.  
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Re: Sala da Diretoria

Post by Origin's Word Creator on Thu Jul 13, 2017 12:09 am

Com o fim do imenso discurso de Irene, Shariz passou a refletir um pouco enquanto se levantava assim que ela dispensava todas aquelas pessoas: Nisto, ele desferiu um tapão na nuca do Hafiq para que ele acordasse de uma vez . . . E quase que uma reação anormal ocorria ali com o despertar um tanto desesperado do moleque ao ponto dele saltar da cadeira.

Shariz - Vamos para casa. Temos preparativos para fazer . . . Irene, nos contate assim que possivel, levarei alguns dias para deixar tudo pronto ja que meus circuitos mágicos não são muitos. Nos vemos em breve.

Hafiq - Até mais moça . . . *Yawn*
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Re: Sala da Diretoria

Post by Baldhur Fried on Thu Jul 13, 2017 12:26 am

Apenas ficou sorrindo enquanto ouvia o discurso daquela diretora, bateu algumas palminhas quando ela terminou, o ruivo admirava pessoas que possuíam conhecimentos interessantes. 

- Sua inteligência é admirável, Irene.

Deu um risinho baixo, o ruivo então se ajeitou para se retirar do local, mas antes pegou um pedaço da folha que estava na mesa e anotou o seu telefone. Entregou para a Elizabeth em seguida.

- Eu não sei por que você guarda tanto ódio do Baldhur Fried, gostaria de saber mais sobre isso. Estou te dando o meu telefone devido a nova amizade que começamos, passe para a June em seguida ok? Conto com a aliança de vocês, tchau.

Seus companheiros se retiraram da porta para ir até o carro lá em baixo, mas Brandon olhou para Shariz assim que ele falou sobre ir pra casa, o ruivo riu e colocou a mão no ombro do mesmo.

- Pra casa? Nãozinho, temos que visitar uma pessoa antes.

Falou algo no ouvido do árabe rapidamente, depois disso apenas se retirou da diretoria acompanhado do seu parceiro, e em seguida da escola. 

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